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Homem que estava internado com raiva humana morre em Campina Grande

Hospital Universitário Alcides Carneiro, em Campina Grande Divulgação/Ebserh O homem internado com raiva humana morreu neste domingo (4) no Hospital Universi...

Homem que estava internado com raiva humana morre em Campina Grande
Homem que estava internado com raiva humana morre em Campina Grande (Foto: Reprodução)

Hospital Universitário Alcides Carneiro, em Campina Grande Divulgação/Ebserh O homem internado com raiva humana morreu neste domingo (4) no Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), em Campina Grande. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (5) pelo diretor de Vigilância em Saúde de Campina Grande, Miguel Dantas. A vítima, que não teve a identidade revelada, foi mordida por um sagui no mês de setembro. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS-CG), o homem não procurou atendimento médico na época. Ele estava sendo acompanhado por equipes de infectologistas e clínicos. Segundo a Secretaria de Saúde do município, houve o cumprimento rigoroso do protocolo para a confirmação da morte encefálica da vítima, incluindo exame complementar com doppler transcraniano. A morte foi confirmada às 11h30. Os primeiros sintomas surgiram no dia 10 de dezembro, com internação em unidade hospitalar no dia 13. Antes da realocação para a UTI, houve piora do quadro clínico do paciente, quando ele precisou ser transferido para a terapia intensiva. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp A prefeitura de Campina Grande confirmou o diagnóstico de raiva humana no dia 22 de dezembro. Caso suspeito de raiva humana é acompanhado em Campina Grande Homem apresentava confusão mental e agitação física Entre os sintomas apresentados pelo homem, quando deu entrada pela primeira vez na unidade hospitalar, estavam agitação mental e física, confusão mental, alteração do nível de consciência, aerofobia, falta de ar e queda na oxigenação do sangue. “É o grande erro de todo mundo. Ele tentou alimentar um animal silvestre. Inclusive, após a mordedura, ele não encontrou mais o animal. Outro erro: ele também não procurou o serviço de saúde para tratar a mordida. Inclusive, inchou, causou incomodo, mas ele não procurou. O tratamento pós-exposição aconteceria nesse momento", afirmou Miguel Dantas. Em razão do quadro de insuficiência respiratória aguda associado a instabilidade neurológica, foi necessária entubação do homem e início de ventilação mecânica invasiva. O quadro clínico neurológico atual dele é considerado grave. O homem está em sedação profunda, com instabilidade da pressão arterial e segue sob cuidados intensivos, com monitorização contínua e acompanhamento multiprofissional da equipe do hospital. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba